Carro zero ou seminovo? Qual é a melhor opção?

A dúvida entre um carro zero ou seminovo sempre aparece na hora de adquirir um veículo. As duas opções têm vantagens e desvantagens, e tudo depende da sua necessidade.

A boa notícia é que nunca na história da indústria automotiva houve tantas opções de escolha, tanto por um lado quanto por outro. Com a fartura do mercado, quem ganha é você, que poderá comprar o automóvel dos seus sonhos por um valor que cabe no seu bolso.

E os aspectos que mais chamam a atenção no momento de decidir estão mesmo ligados ao preço. Afinal de contas, o que é melhor? Um zero-quilômetro despido de conforto ou um usado cheio de equipamentos?

Para que você consiga escolher a melhor opção, nós preparamos este post com dicas infalíveis. Acompanhe!

Quero um carro zero

Nos últimos anos, o mercado de carros novos viveu momentos distintos. Inicialmente, com o boom da oferta de crédito no mercado, muitos brasileiros puderam realizar o sonho de ter um carro zero.

As montadoras surfaram na onda do crescimento, fizeram promoções, ofereceram planos de fidelidade, lançaram novos veículos. De fato, houve uma grande renovação na frota brasileira.

Mas, a partir de 2014, a crise financeira mudou o cenário, e as vendas despencaram. As fábricas mudaram o perfil dos carros de entrada, e os novos lançamentos, produzidos sobre plataformas versáteis, fizeram com que carros básicos passassem a custar mais caro para compensar a queda na margem de lucro.

E o resultado é que, hoje em dia, os carros zero-quilômetro estão custando valores exorbitantes. Um modelo básico, dotado de ar-condicionado, direção hidráulica, travas e vidros elétricos custa mais de 40 mil reais.

Se esses equipamentos o satisfazem, pode ser que você ache que está fazendo um bom negócio. Mas saiba que estará adquirindo um veículo pequeno, com motor de baixa cilindrada e de acabamento simples.

Por outro lado, por esse mesmo valor, é possível encontrar boas ofertas de usados que, além desses opcionais listados, ainda o presenteará com itens como bancos de couro, teto solar, sensor de estacionamento, muito espaço interno e potência no motor. Parece sedutor, não?

Cheirinho de novo x desvalorização

Um dos “equipamentos” mais valorizados em um carro zero é o cheirinho de novo no seu interior. Brincadeiras à parte, comprar um carro que saiu direto da fábrica tem como principal vantagem a exclusividade no uso.

Não há o risco de pegar um carro com vícios, defeitos e consequências do mau uso por parte dos antigos donos. Além disso, há a questão da garantia, que varia de acordo com o plano de cada fábrica.

É inegável o prazer de andar em um veículo recém-fabricado, com peças novas, todo encaixado e rodando exatamente da forma como seus projetistas o programaram.

Por outro lado, é preciso pensar na questão da desvalorização. Quando sai da concessionária, o veículo tem uma perda automática de 20% no seu valor. Esse percentual pode variar de acordo com fatores como a reputação da marca e a forma como você utiliza o carro, mas, em geral, o número é bem próximo desse.

Ou seja, no já citado exemplo do carro de 40 mil reais, caso você decida vendê-lo ainda no primeiro ano de uso, não conseguirá fechar negócio por mais do que 32 mil. Ruim, não?

Prefiro um seminovo

A taxa de desvalorização, altíssima no primeiro ano, costuma estabilizar a partir do segundo. Com isso, levando-se em consideração as variáveis já citadas (reputação da marca, estado de conservação etc), o índice fica próximo dos 2% anuais.

E é aí que reside uma das grandes vantagens do carro seminovo. Pelos mesmos 40 mil reais, com alguma procura, você consegue adquirir um usado top de linha, cheio de equipamentos e com potência de sobra no motor. Sem contar o espaço para você e sua família.

Se decidir vendê-lo ainda no primeiro ano, dependendo do mercado, você pode até mesmo igualar o valor pelo qual pagou. Mas, mesmo que haja alguma perda, ela será próxima de mil reais.

A questão da procedência

Vendo por esse lado, parece fácil decidir por um veículo seminovo. Mas calma: como dissemos no início, as duas possibilidades possuem vantagens e desvantagens.

No caso dos carros usados, o grande desafio reside no cuidado que você precisa ter na hora de procurar um veículo. Por mais que, aparentemente, tudo esteja em ordem, é preciso se lembrar de que o carro já rodou alguma quilometragem com o dono antigo, uma pessoa que você nem sempre conhece (a não ser que esteja comprando um carro de algum amigo ou parente).

Portanto, como saber se ele teve o devido cuidado com o carro que você pretende comprar? Para evitar problemas, é preciso buscar os serviços de um mecânico, investigar a documentação para evitar dores de cabeça, entre outras providências que não seriam necessárias no caso da compra de um modelo zero-quilômetro.

Quando se decidir, procure um consórcio!

Como você pôde ver, a decisão pela compra do seu próximo carro, cabe a você. O ideal é pesar os prós e contras de cada modelo de automóvel e decidir por aquele que melhor satisfaça as suas necessidades.

De qualquer maneira, na hora de escolher a forma de pagamento, para qualquer tipo de compra, considere um consórcio. Trata-se de uma forma de pagamento menos onerosa do que o financiamento, com a vantagem de oferecer segurança para você.

Não acredite quando alguém lhe disser que, por meio de consórcio, você demora muito tempo para obter o bem. Isso não é verdade! Aliás, pelo contrário: esse modo de pagamento permite que você se planeje para ter o seu carro na garagem no melhor momento para você. Isso porque, ao longo dos meses de contribuição, você pode escolher o período ideal para oferecer um lance e retirar o carro quando quiser.

Some-se a isso as menores taxas e a inexistência de burocracia e você terá uma forma simples, rápida e barata de adquirir o seu próximo carro.

Com essas informações, a escolha pelo carro zero ou seminovo certamente ficará mais fácil para você. Agora, é só entender as suas próprias necessidades e ir atrás do carro dos seus sonhos. Opções não faltam!

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