Metas de economia: 7 dicas para estabelecer corretamente

 

Ter metas de economia é uma condição fundamental para quem quer obter sucesso na vida financeira, principalmente num horizonte de longo prazo. Mesmo quem ganha um alto salário pode se ver em situação de dificuldade, caso gaste toda a renda, ou até ficar no vermelho.

Nesse contexto, não basta apenas ter a consciência de que é preciso poupar. Na verdade, é necessário estabelecer certos marcos na gestão das finanças, como forma de avaliar as ações realizadas ao longo de determinado período. Afinal, enquanto um objetivo expressa um desejo ou uma vontade, uma meta representa um dado preciso e mensurável.

Para não caminhar sem direção na sua vida financeira, veja em seguida 7 dicas para estipular metas de economia e poder concretizá-las! Boa leitura!

1. Buscar equilíbrio entre visão realista e desafiadora

Para muitas pessoas, quando se fala em economizar, logo vem à mente a ideia de que é muito difícil diminuir os gastos, que o orçamento só comporta as necessidades da família ou que já tentou reduzir as despesas, mas não conseguiu.

Quando esse perfil de indivíduo raciocina dessa forma não significa que tenha faltado com a verdade, por vezes, essa é a realidade que ele vive no momento. Contudo, quem quer alcançar o êxito nas finanças precisa saber trabalhar com vários cenários e diversas possibilidades.

E se a pessoa fizesse uma reavaliação de todos os gastos sob o enfoque da relação de custo/benefício e do real usufruto do produto ou do serviço? Na prática, é provável que ela poderia encontrar muitas oportunidades de economizar, a partir de decisões racionais e não meramente emocionais, como andar na moda ou comprar algo só para se inserir em determinado grupo.

Nesse sentido, a partir de uma visão realista da vida financeira, o indivíduo poderia buscar uma ótica desafiadora, na qual as metas de economia seriam prioritárias e passariam a dar o norte para as condutas da família.

2. Possuir metas de economia para diferentes prazos

O tempo da vida é um só, porém na prática é possível planejar a vida financeira em função do curto, do médio e do longo prazo. Tais períodos podem ter variações conforme cada contexto, mas é comum associá-los a horizontes de até dois, cinco e dez anos, respectivamente.

Nesse sentido, uma pessoa pode acumular recursos para várias destinações ao mesmo tempo. Por exemplo, é possível distribuir recursos em investimentos com prazos distintos. No caso da aquisição de um bem bastante almejado, como um automóvel de luxo, o indivíduo pode programar a compra por meio do consórcio, a partir de um plano que tenha o prazo mais adequado à realidade que ele vive. Assim, quem tem dificuldade para economizar, pode encontrar nessa modalidade de autofinanciamento uma espécie de “poupança forçada”.

3. Não comprometer mais do que 50% do que recebe

Quem recebe uma renda fixa e periódica geralmente adquire o costume de decidir os gastos conforme o valor recebido, que passa a ser um limite natural para as despesas. O grande problema desse pensamento é que ele pode levar a pessoa ao endividamento de forma rápida.

“Como assim?”. Você pode pensar. Na verdade, muita gente só atenta para o valor de determinada parcela e se ela cabe na renda mensal. Contudo, não enxerga o impacto do valor total da dívida sobre o próprio patrimônio líquido, que é o saldo das contas entre todas receitas e todos os débitos.

Por exemplo, quem busca antecipar a posse de um carro por meio de financiamento tende a pagar juros elevados e chega a pensar que já tem a propriedade do veículo, enquanto na verdade possui é uma dívida.

Quem quer cumprir de fato as metas de economia deve ter uma postura ousada quando se trata de poupar, como não comprometer mais do que 50% do salário com dívidas. Tal decisão acelera a conquista de vários propósitos da família, faz crescer o patrimônio e ainda evita as dívidas.

4. Elaborar orçamento doméstico para identificar ganhos e gastos

Não basta só pensar em metas de poupança, sem colocar a mão na massa, não é mesmo? Uma maneira eficaz de reduzir as despesas é elaborar um orçamento doméstico, o qual já deve conter de antemão os percentuais destinados para o cumprimento das metas.

Em seguida, a família deve listar ganhos e gastos, além de classificá-los por categorias, para facilitar a análise. Hoje em dia existem vários aplicativos que facilitam tal trabalho. Com o passar dos meses, é possível enxergar melhor para onde vai o dinheiro e, assim, fazer ajustes para reduzir gastos supérfluos.

5. Avaliar a situação financeira periodicamente

Muitas pessoas dizem que definem metas de economia, mas reclamam de não conseguirem concretizar o que foi planejado. Em diversos casos desse tipo, é comum ter faltado a avaliação periódica da ação de economizar.

Se o indivíduo quer algo de verdade, ele tem que se comprometer com essa conquista, até porque estabelecer um objetivo e ter metas, sem um plano de ação detalhado, podem levar à frustração. Ao contrário, com um acompanhamento frequente, fica mais fácil reforçar o que deu certo e corrigir o que foi errado.

6. Envolver os familiares no processo de conquista

A união no lar traz não só benefícios para o convívio doméstico como também para a conquista das metas de economia. Quando todos da casa se envolvem no propósito de gastar menos e, como consequência, caminhar nos limites previamente definidos para cada um, as chances de concretização dos objetivos são maiores.

Pelo contrário, quando há falta de comprometimento de todos, fica mais difícil para uma só pessoa carregar nas costas o peso de todas as restrições temporárias.

7. Saber como vai utilizar o dinheiro poupado

Uma maneira de não perder o foco e a disciplina na busca pelo alcance das metas de economia é manter em mente os benefícios que serão adquiridos. Para que a pessoa não se desanime ao longo do caminho, ela tem que entender que a meta é um meio para conquista de algo e não um fim em si mesma.

Por exemplo, quem todo mês paga a parcela de um consórcio não pode enxergar apenas o valor numérico, mas, acima de tudo, as vantagens que terá ao comprar um bem que sempre sonhou. Quem consegue “visualizar o futuro” e manter essa imagem na memória por mais tempo, tende a possuir mais força de vontade para chegar aos patamares almejados.

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