Quanto custa um apartamento? Entenda os valores!

Para muitas pessoas, a aquisição de um imóvel é realização de um sonho. Mas é preciso ter cautela e ser racional ao analisar se o preço ofertado é realmente justo e corresponde aos benefícios que o imóvel pode oferecer. Afinal, em um investimento desse porte, é fundamental ter certeza de que você está fazendo um bom negócio.

Quer aprender a avaliar quanto custa um apartamento e quais são os outros gastos inclusos nesse cálculo? Continue a leitura e entenda!

Como o preço de um imóvel é definido?

Por meio do índice FipeZap, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) oferece um parâmetro do preço médio de um imóvel em cada cidade do Brasil. No entanto, o valor de uma residência pode ficar acima ou abaixo dessa média, dependendo de suas características.

Veja, a seguir, quais são os principais critérios utilizados na precificação de imóveis.

Localização

Esse é um item de peso para definir quanto custa um apartamento, já que a infraestrutura do bairro interfere diretamente na comodidade que o morador terá no dia a dia. Um imóvel é mais valioso quando está próximo a facilidades como mercados, padarias, escolas, shoppings, hospitais e parques.

A questão da mobilidade também é relevante: a região possui boas opções de transporte público? Há fácil acesso para avenidas? O trânsito é tranquilo? Se a resposta for sim, o preço da propriedade se eleva.

Vale ressaltar que dentro de um mesmo bairro também podem ocorrer variações — ruas tranquilas costumam ser mais valorizadas do que aquelas muito movimentadas e com poluição sonora.

Tamanho do imóvel

De modo geral, essa é a principal característica levada em conta pelos futuros compradores. Nesse caso, a lógica é simples: quanto mais espaçosa for a residência, mais elevado é o seu preço. Isso porque a metragem tem relação direta com o conforto dos moradores.

Além do tamanho, é importante prestar atenção na planta do imóvel. Às vezes, um apartamento pode até ter uma metragem mais generosa, porém seus espaços não foram distribuídos de maneira inteligente, resultando em uma grande área inutilizada (por exemplo, quartos pequenos e banheiros gigantes).

Tipo de construção

Existem diferentes tipos de apartamento: studio, garden, cobertura, duplex etc. Dependendo do seu modelo, o imóvel pode ser considerado de alto, médio ou baixo padrão — o que afeta seu preço.

Vagas de garagem e itens de lazer do condomínio também são determinantes. Áreas como piscina, salão de festas, churrasqueira, playground e quadra são os mais procurados pelos compradores.

Há ainda algumas questões mais específicas de estrutura. Moradias em andares mais altos normalmente são mais caras, por oferecerem privacidade e uma vista ampla da paisagem. Assim como os apartamentos com janelas grandes e voltados para a face norte, uma vez que esses aspectos contribuem para uma boa incidência solar.

Situação do mercado

A dinâmica de oferta e procura dita os preços: quanto maior a demanda por um produto, maior é seu preço. No mercado imobiliário não é diferente.

Em épocas de crise, o poder de compra das pessoas diminui, inibindo a procura por imóveis. Em consequência disso, os preços diminuem. Já cenários positivos, como queda na taxa de juros, contribuem para a valorização do mercado.

Todas essas oscilações merecem atenção especial daqueles que querem comprar um apartamento para investir.

Estado de conservação

Esse fator não tem ligação com o tempo de construção do imóvel. Há residências antigas muito bem conservadas, enquanto alguns apartamentos são entregues pela própria construtora com problemas.

Detalhes como pintura descascando, infiltrações na parede e rachaduras nos azulejos podem parecer pequenos, mas depreciam o valor do imóvel.

Problemas desse tipo são sinônimo de necessidade de reforma. De nada adianta comprar um apartamento com preço bem abaixo da média e depois ter que gastar tudo com reparos, certo? Então, esse aspecto precisa ser observado com atenção.

Quais são os gastos envolvidos na compra de um imóvel?

Além do preço do imóvel, o novo proprietário tem que arcar com algumas outras despesas relacionadas à documentação e impostos. Para evitar surpresas desagradáveis, quem está planejando comprar um apartamento também tem que levar esses custos em consideração. Confira abaixo quais são eles.

ITBI

O Imposto de Transmissão de Bens Imóveis é uma tarifa cobrada pela prefeitura para oficializar o processo de compra e venda. A taxa deve ser paga por quem compra um imóvel e sua alíquota pode chegar a até 3% da base de cálculo da transação, variando de acordo com a cidade.

O cálculo pode ser feito com base no valor de transação (aquele que consta no contrato) ou no valor venal (estimativa feita pelo poder público, que considera critérios como localização, qualidade da estrutura, estado de conservação etc.).

Algumas cidades oferecem isenção para determinadas faixas de valores e para beneficiários de programas habitacionais.

Escritura pública

É um documento que legaliza a transação, validando o acordo entre comprador e vendedor. Feita no cartório de notas (também chamado de tabelionato), a escritura é destinada apenas para quem compra o imóvel à vista.

Os valores dependem do preço total do imóvel e a legislação de cada estado — normalmente, variam de 2% a 3%. A escritura pública deve ser elaborada assim que o contrato for assinado.

Registro do imóvel

Após a emissão da escritura, é necessário encaminhá-la ao Cartório de Registro de Imóveis, para transferir oficialmente a posse da residência. Assim, o comprador se torna o responsável por pagar o IPTU e tem a permissão para reformar ou vender a propriedade.

Grandes cidades costumam ter vários cartórios, por isso, a localização do imóvel determina em qual unidade ele deve ser registrado.

Ter alguns cuidados na compra de um apartamento é essencial para fazer o investimento valer a pena. Depois de garantir que o valor cobrado é justo, é hora de se preparar financeiramente para concretizar esse sonho. Pesquise sobre as formas de pagamento disponíveis, avalie propostas e escolha uma que caiba no seu bolso.

Uma boa forma de adquirir seu próprio apartamento sem lidar com juros altíssimos é o consórcio de imóveis. Descubra quais são as outras vantagens dessa modalidade de compra!

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